segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Morte de uma estrela de massa solar


No século XVIII enquanto pesquisava o céu de França em busca de cometas, Charles Messier assinalou em seu catálogo este fenômeno galático como o número 27 de objetos que definitivamente não eram cometas.
Mas o que é este objecto?
 Hoje dizemos que se trata de uma nebulosa planetária, que é um objeto que resulta da morte de uma estrela de massa solar.
No final da sua vida, as estrelas como o Sol emitem para o espaço o gás das suas camadas transformando-se em anãs brancas enquanto o gás se afasta da estrela que lhe deu origem. A radiação ultravioleta intensa que é emitida pela anã branca é responsável, através da sua interação com o gás, pelo brilho visível do gás que se afasta do objeto central. Conhecida pelo nome popular de Nebulosa do Haltere (devido às primeiras imagens que dela foram captadas), esta nebulosa encontra-se a 1200 anos-luz na direção da constelação da Raposa.

Esta impressionante imagem salienta detalhes dentro da bem estudada-região central, também com detalhes mais tênues do exterior da nebulosa. Inclui imagens de banda-estreita, registadas usando filtros sensíveis à emissão dos átomos de oxigênio, em tons de azul-esverdeado, e átomos de hidrogênio em vermelho.



Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve- Astroboletim n.º 676‏
* Informações e Imagens!

terça-feira, 27 de julho de 2010

As Galáxias das Antenas em Colisão

Duas galáxias estão interagindo na direção da Constelação do Corvo, e esta é uma das imagens mais recentes:










Quando duas galáxias colidem, no entanto, as estrelas que as compõem regularmente não colidem. Isto é devido às galáxias serem na maioria espaço vazio e, por mais brilhantes que sejam, as estrelas ocupam apenas uma pequena porção desse mesmo espaço. Durante a lenta colisão de cem milhões de anos, uma galáxia pode desfazer a outra gravitacionalmente, e a poeira e o gás comum a ambas as galáxias colidem. Na imagem acima, os pilares escuros de poeira marcam as massivas nuvens moleculares que estão sendo comprimidas durante o encontro galáctico, causando o rápido nascimento de milhões de estrelas, algumas das quais se juntam pela gravidade em gigantescos enxames estelares.




Fonte: Núcleo de Astronomia Centro Ciência Viva do Algarve (Astroboletim Nº 666)

terça-feira, 20 de julho de 2010

Eclipses

Um eclipse acontece sempre que um corpo entra na sombra de outro. Assim, quando a Lua entra na sombra da Terra, acontece um eclipse lunar. Quando a Terra é atingida pela sombra da Lua, acontece um eclipse solar.

Esquema de um eclipse solar:

Esquema de um eclipse
lunar:





Eclipses que ocorreram (ou ainda ocorrerão) em 2010:

15 de janeiro de 2010 - Eclipse anular do Sol (não visível no Brasil).

26 de junho de 2010 -  Eclipse lunar parcial, visível no sul ao amanhecer.

11 de julho de 2010 - Eclipse solar total (visível na Argentina e Chile), eclipse parcial visto no extremo sul do Brasil, ao pôr-do-Sol).

21 de dezembro de 2010 - Eclipse lunar total (visível no Brasil).
Material retirado do site da Universidade Federal do Rio Grande do Sul: http://astro.if.ufrgs.br/eclipses/eclipse.htm

Para saber mais sobre eclipses, visite: http://astro.if.ufrgs.br/eclipses/eclipse.htm








sexta-feira, 16 de julho de 2010

Eclipse Solar Total na Ilha de Páscoa





No dia 11 de Julho pode ser observado  um eclipse solar total:

Foto
No cenário dessa linda imagem estão  as famosas estátuas monolíticas da ilha (Moai), na Ilha de Páscoa.
Outras oportunidades para  a observação da fase total deste eclipse foram difíceis de encontrar.
Definida pela parte escura da sombra da Lua, o percurso da totalidade do eclipse seguiu na direção Leste do Oceano Pacífico Sul, apenas aterrando em partes terrestres de Mangaia (Ilhas Cook) e da Ilha da Páscoa, terminando pouco depois de passar o Sul do Chile e da Argentina e a fase parcial pode ser desfrutada ao longo de uma região maior, que incluiu muitas ilhas do Pacífico Sul e uma grande parte da América do Sul.
A imagem seguinte mostra o eclipse visto ao pôr-do-sol nos Andes:

Foto

 
Fonte e imagens : Astroboletim Nº 664- Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve.

terça-feira, 13 de julho de 2010


Primeira reunião com os novos integrantes


Conhecendo os equipamentos do Grupo


Pessoal no Minicurso


Apresentação no Planetário Móvel


Apresentação do Sistema Solar

Grupo de Astronomia

[Visita ao Observatório Capitão Parobé - POA]
[Visita ao Planetário da UFRGS -POA]


[Oficina de Construção de Materiais do Instituto de Física UFRGS - 2009 ]